6.11.13

CaminhosPassosESolidão


Caminhos, passos e solidão, só a minha respiração aqui dentro, no peito, as vezes arfando, noutras engasgando, suspirando, inspirando, precisando de algo mais que ar.
Cama vazia, olhos tristes, tem dias que p choro vem até fazer visita, olho pro lado, procuro um consolo, uma mão adulta que guie os passos vacilantes da eu menina.... Mas não existe nenhuma mão, apenas meus dedos sem luva, tateando no escuro, buscando uma vela para iluminar o caminho à frente, parece que a escuridão chega cada vez mais perto, onde antes havia um vislumbre de vida, agora apenas um negro temor do que será...
Andorinhas voam na janela, anunciando um verão que tarda a chegar, está frio, tão frio quanto poderia estar. E na cama vazia, os pés gelados procuram algo para aquecer, não há.
Tem dias que é assim, mas apesar de tudo é calmaria, coração vai bem, está se costurando, como sempre, agora me parece que se cura mais rápido do que antes, acho que a idade trouxe também maturidade emocional, será?
Hoje nem lá nem cá, vou aumentar o som e tentar dançar...

5.11.13

EntreOsDedos


Estou escorrendo entre os dedos, parecendo areia fina, indo, indo, indo, caindo, espalhando, fugindo...

A certeza de me ter foi o que atrapalhou tudo, era tão certo como dois e dois são quatro.... em que mundo mesmo, dois e dois são quatro? Porque, olha, no meu mundo, dois e dois é uma infinidade de números e respostas, pior ainda quando é um mais um, um mais um complica a vida as vezes, uma mais um, são dois cheios de pensamentos, desejos, caminhos, vontades... e se caminharem para lados opostos? E se mentiras atrapalharem os passos, e se desejos cruzados, cruzarem o centro e despertarem os olhos? E se um e um de repente viram três? E se um e um, de repente viram quatro? Como chama isso? Se enganam as mentes que já pensam e suruba, eu penso em família, olha como eu mudei... Penso em família... Palavrinha gozada, família, do que é familiar, do que eu conheço... Conheço? mas assim, conheço mesmo? Me assombro, não sei, tem dias assim, cheios das incertezas mais certas, da verdades mais mentidas, dos desejos mais contidos...

E olha eu aqui divagando de novo, falando de tanta coisa, sem falar de nenhuma específica, cá estou eu, de novo, jogando palavras, esperando ser lida nas entrelinhas das minhas verdades, procurando enxergar um bocadinho ali na frente do meu novo caminho, o que me espera atrás da curva...

Agora os dedos correm, os sentimento mais uma vez virando palavras, as dúvidas, transformadas em linhas, e eu aqui sentada, olhando o dia clarear, tá nublado lá fora, frio, úmido... Prefiro os dias de sol forte, janelas abertas, pássaros voando e eu sonhando. Dias de chuva, são pura melancolia. 

Me sinto assim mesmo, como o tempo, mudando, instável, e pobre de você meteorologista tolo, pobre de você que penso poder prever a instabilidade da mãe natureza...

Sou assim como o tempo, tem horas que chovo no meio do dia, mas logo logo faço sol e redemoinhos de ventos, lambendo cabelos, levantando folhas, então esfrio, o com o vento frio um arrepio, transformo, mudo, sol com chuva, chuva e sol, arco-íris no caminho, entre as lágrimas salgadas de tudo o que estou deixando para trás, o velho o novo, indo, indo... escorrendo entre os dedos feito areia fina, daquela bonita, das garrafas coloridas, compradas numa viagem linda num feriado de sol...

Cá estou eu, misturando cores, levando sonhos, desmanchando as dores...

Indo.

Respiro fundo, me calo, inspiro, pergunto.... eu voltaria? Eu ficaria? Eu me pergunto, e você, o que faria? Me guardaria numa redoma de vidro? Me jogaria pro alto? Me poria num aquário? O que você faria?

Estou indo, feito areia fina, nem sei mais se ainda é possível fechar os dedos, se ainda há um grão entre os dedos, não sei, me sinto no vento, jogada, arremessada, voando... estou no vento e nem sei se ainda há tempo de me resgatar de novo...

4.11.13

DesejosSonhosRealidadeEImaginação



E cá estou, uns brancos a mais, uns dentes a menos, juízo imperfeito... Cá estou eu novamente do jeito que já estive um dia, será que não aprendo a lição, ou sou mesmo tão apaixonada pelos altos e baixo da vida que vira e mexe me jogo do precipício sem rede de segurança, sem fundo a vista, apenas para bater as asas no último segundo, no instante que precederia a morte, apenas para me sentir viva de novo...
Cá estou eu, mãos sem luvas, pés descalços, cabelo ao vento, sorrindo, chorando e indo. Cantando, gritando e sorrindo. Cá estou eu, coração na boca, peito vazio, procurando, querendo esperando encontrar no outro o que falta em mim... Falta? Falta mesmo? Ou é tudo ilusão? Falta mesmo ou é só religião? Falta mesmo ou é só tesão?
São as muletas que usamos diariamente para seguir em frente, são os artifícios usados para não desmoronar...
Cá estou eu, mais uma vez, trancada no banheiro, cantando alto em frente ao espelho, todas as letras que eu sei e as que eu também não sei, cá estou eu berrando no quarto gritando bem alto, dançando e pulando, jogando o cabelo, pondo para fora toda vida há dentro, trocando palavras por melodias, reafirmando tudo aquilo que sinto e que as vezes desacredito...
Cá estou eu relendo todos os textos, relendo e relembrando tudo aquilo que já passei, cá estou eu me vendo de novo com a mala na mão, os pés na porta, cá estou eu, de novo, dizendo adeus, voando pra sabe-se lá Deus onde, cá estou eu de novo, jogando todo para o alto, querendo sentir paixão, sentindo paixão, sentindo ódio, sentindo usada, sentindo sozinha, sentindo feliz, sentindo triste, sentindo e ponto.  Estou novamente com os pés na rua, indo rumo ao desconhecido, amedrontadamente feliz e corajosamente triste, cá estou eu, do único jeito que sei ser, sem certo ou errado, aos tropeços, cá estou eu, escrevendo e apagando tudo o que sinto, oensando e voltando atrás, me sentindo tão eu que as vezes me parece até demais.
Pois é, estou aqui de novo, escondendo o que sinto no meio das vírgulas, tentando buscar nas minhas próprias entrelinhas a explicação de quem eu sou. Me olho no espelho, gosto mais dessa eu mais  velha, admiro as rugas, o olhar maduro, a confiança, mas confesso, ainda me sinto meio menina,  perdida, jogada, largada, abandonada, fugida, amada, querida, odiada, incompreendida... Menina. Cá estou eu, uma mulher de mais de trinta, com sentimentos de menina....

2.11.13



Ah, eu e as palavras, esse regurgitar de sentimentos contidos no peito, no corpo, na alma... cá estou eu as voltas com minha palavras, com esses suspiros que tento traduzir em letras....
Hoje acordei e não consegui sair da cama, fiquei ali, sentindo, rodando para lá e para cá, desejando coisas que nem sei o que são, fiquei ali, deixando o corpo sucumbir a tudo, suspiros, doces lembranças, apenas, desejos, contidos, guardados, trancafiados... esperando.
Essa espera é o pior de tudo, esperar, esperar, esperar, o primeiro passo já foi dado, agora é uma questão de tempo, ó lá, já estou cá eu de novo as voltas com o tempo, quem disse que com a idade vem a paciência mentiu, tá?! Não, não vem a paciência, vem o bom senso, mas a paciência, não. 
Ainda desejo tudo com a mesma ânsia que desejava sete anos atrás quando esse diário cibernético surgiu, ainda desejo tudo com todos os poros do corpo,  ainda quero tudo agora, tudo já, ainda me vejo mergulhando de cabeça em tudo o que sinto, com a única diferença que agora eu penso antes, é, admito, penso antes, será que estou virando uma cartesiana chata e pensadora???? Espero que não, gosto da eu selvagem, da que faz e pronto tá feito, agora vamos recolher os cacos e partir para outra! Já recolhi tantos cacos na vida... nem ligo, vou seguindo assim, toda remendada, sorrindo, amando, olhando o mundo com olhos cada dia mais cheios de .... de quê? De histórias? De vida? De luz? De certezas? De quê exatamente estariam cheios meus olhos? Acho que é de sonhos, definitivamente, de sonhos...
Os novos sonhos podem te parecer assim, meio piegas, mas ando sonhando com uma família, ando sonhando com risos de crianças, ando sonhando com um companheiro, ando sonhando com uma vida um pouco diferente, não ponha na sua imaginação uma família piegas de subúrbio americano, não!!!! Minha família, é do meu jeitinho, sim, o sonho é meu e eu sonho do jeito que eu quiser... mas é assim, crianças na praia (já contei que me mudei para a praia? mudei, sim, eu, garota cosmopolita, amante da noite paulista, estou na praia, amando cada instante, mas vamos deixar isso para outro post, porque, como sempre, estou divagando e fugindo do assunto...) um menino que já vai crescer de prancha nos pés, cabelo assim, comprido, cheio de marra meu menino, colado no pai, acho que vem uma euzinha também, amante da arte, da vida, da natureza, um casal, é um casal, quero ficar aqui mesmo nessa casa na montanha, quintalzão, pertinho da cachoeiras de minha mãe Oxalá, meus rebentos vão crescer sem muita frescura, pés descalços, mão na terra, com cachorros e gatos, terão eles o nosso brilho no olhar? Nosso? Nosso? Ato falho? Ato falho. fica, deixa, Freud explica...
Então, minha vida anda assim, agora, sete anos mais velha, com mais histórias que dentes para contar (piadinha interna, acabei de tirar o penúltimo siso, me sinto meio banguela....) com mais anos que dedos (de pés e mãos..), com um ou outro fio de cabelo branco (pois é, abafa o caso...) mas ainda com muito desejo, ainda com muito sarcasmo, ainda com muito sorriso de lado, ainda tão cheia de vida que poderia explodir...
Mas é assim, a vida vai caminhando, cedo ou tarde o sonhos se realizam, precisava primeiro fugir, precisava primeiro ter a coragem de abrir a portinha e sair, lá vou eu, de novo, voando alto, dessa vez perto do mar, onde vou construir meu ninho, onde encontrei minha vida, lá vou eu voando alto, lá vou eu, me deseje sorte...

31.10.13

ViníciusEEu

Aí, estava eu vendo o documentário da vida de Vinícius de Moraes, aí ouço assim, Vinícius precisava de paixão para alimentar sua poesia, quando a paixão acabava, ele sofria, procurava uma nova paixão, obviamente que aquilo caiu como um pedra na minha cabeça! Meu Deus, EU TAMBÉM, eu também preciso da paixão na minha vida, preciso do coração batendo forte, PRECISO!!!! 
Mas espere, eu não disse por quem... Aí, que agora no auge dos meus trinta e muito poucos descobri, minha paixão não deve residir no outro, minha paixão mora em mim, é por mim que devo me apaixonar todos os dias de manhã, é para a minha felicidade que devo fazer juras de amor eterno antes de deitar, é pelo meu sorriso maroto que devo me encantar toda vez que pensamentos marotos passam pela minha cabeça, é no fundo dos meus olhos que devo me perder... E quando um dia, pintar um outro alguém na minha vida, que eu saiba bem o lugar que ocupo na minha vida!
Então correndo o risco de não ter modéstia alguma, eu diria que sou uma mulher FODA, que tenho um puta orgulho da profissional que sou, mais que isso, amo o que faço e faço por prazer, além do mais, outros adjetivos não me faltam, sou leve e densa ao mesmo tempo, sou intensa, amo com todo o corpo, amo com a alma, amo de peito aberto, ahhhhh hoje estou tão cheia de mim que estou me achando até metida demais....
Mas hoje, por hoje, eu posso, hoje eu me lembrei de mim, daquela menina que eu tanto amo, aquela que já virou mulher, mas ainda dança no banheiro, canta pro espelho, ri quando erra a letra, passa a tesoura na juba e se sente dona do mundo, seja bem vinda, velha amiga, você fez falta, estava adormecida não é mesmo?! Agora somos de novo eu e você no mundo, procurando por algo que nem sabemos se existe, somos nós caminhando sem luvas, sem máscaras, sorrindo, cabelos ao vento, sorriso nos lábios e a sensação de pertencer ao mundo e ao mesmo tempo te-lô entre os dedos! Seja bem vinda de volta à minha vida Eu, que falta que você me fez...
Hoje eu me reapaixonei por mim, foi assim, sem aviso, no portão de casa, tomando chuva, eu me toquei, eu acordei, eu recordei, eu me lembrei de mim, de quem eu sou, meu coração saltou, hoje eu descobri em mim o que procurava no outro, estava em mim, aqui o tempo todo!
Hoje estou terrível, hoje estou eu eu eu eu! E quer saber, nem ligo, hoje eu sei a mulher que sou, e se um dia eu cruzar o teu caminho e você me perder por bobeira, azar o seu, não meu!

13.10.13

DasVoltasQueAVidaDá....


Eis que cinco anos depois de um sonho realizado se passaram, cinco anos de altos e baixos, cinco anos de felicidade e de tristeza, cinco anos de certezas e incertezas, cinco anos de quase uma vida juntos.... E cá estou eu novamente com esse nó na garganta, com a mala nas mãos e a necessidade de dizer adeus e não saber como, Cá estou eu, de mala na mão e um milhão de caminhos à frente, o velho medo do desconhecido, a insegurança do coração partido.
E ao mesmo tempo que esse momento de se sentir sozinha me toma como uma força avassaladora, o medo da solidão me devora como um monstro faminto... Será coisa da idade? Ainda posso me dar ao luxo de jogar tudo para o alto? 
Cá estou eu, coração apertado, olhos molhados e corpo cansado. A vida seguiu, o momento passou e coisas que nem sei explicar voltam a rondar... Será que eu desejei isso? Essa montanha russa? Não duvido, apesar da dor, os altos e baixos sempre agradam àqueles que flertam com as artes, como uma droga que nos entorpece e formiga nos dedos fazendo da dor, arte. 
É o frio e o calor, o corpo que sua e ao mesmo tempo sente frio, a impossibilidade de levantar da cama, de abrir os olhos, é verter a alma em forma de água e não conseguir parar, afinal o que é a tal felicidade? Ela está na rotina do dia? No bom dia morno, na falta do sexo? A felicidade é saber que o outro estará lá indiferentemente de qualquer coisa? Felicidade é segurança?
O que tanto eu procuro e não acho? 
O que é essa tal felicidade que tanto procuramos? Está no outro? Está em nós? Está na partilha da vida? 
Cá estou eu, mala na mão, coração na boca e olhos no céu, pedindo auxílio à alguém que eu nem mesmo sei se está lá... Procurando respostas, procurando uma vida, procurando uma. Metade de laranja que eu nem sei se existe... 
Cá estou eu, pés plantados na porta, sem saber se entro ou se saio, com medo da magiar, com medo de ser magoada, com medo de seguir um novo caminho, de largar tudo que já me é conhecido e que nem sei se gosto tanto assim, existe alguém que nos faça pleno, que divida a vida, os conceitos e respeitos, ou devemos nos contentar com o que temos? A vida é feita para ser "contentada"? Ou devemos, sim, procurar algo a mais? Existe um momento em que sabemos que chega, que tá bom assim, que agora é?
E mais uma vez os parágrafos se perdem, as vírgulas passeiam e os pontos finais se tornam reticências. Mais uma vez estou eu aqui escrevendo tanto, sem dizer nada, apenas apara aliviar o peito e poder voltar a respirar, cá estou eu com medo de deixar o velho ir e permitir um novo entrar, cá estou eu de novo, com a cabeça aqui e o coração lá, cá estou eu dividida, sentida, amedrontada e sozinha.
Cá estou eu, bem longe dos vinte, mas me sentido criança com medo de amar, cá estou eu ponderando entre o certo e o errado, cantando bem alto parar a tristeza espantar, querendo um canto só meu, com saudade de um vida que eu nem sei se levei, cá estou eu respirando, nariz fungando de tanto chorar, cá estou eu decidida a deixar o velho, com a certeza de que isso passou, que infelizmente aquele sonho adolescente só funcionava na minha imaginação, cá estou eu mais calma, graças à todas essas palavras que mesmo bagunçadas fizeram sentido na minha mente aflita, cá estou eu, de malas na mãos, pés na porta, olhando um caminho, desejando o novo e sabendo que nesta vida fiz o que pude, persegui a felicidade e quando um dia eu morrer, podem dizer por aí que conheceram um pássaro que nunca deixou de voar rumo a essa tal felicidade que a gente nem sabe se existe! Quando eu encontrar eu conto, tá?!

6.3.12

Mundo Ideal ou Ideal de Mundo????


Ai como é difícil falar sobre os cuidados que devemos ter com o nosso planeta sem parecer caxias...
Pois muito bem, mesmo correndo o risco de parecer caxias, lá vou eu (me segura)
Para você que se considera a última bolacha do pacote, que pensa que ser humano e dono da Terra, meu dedo do meio pra você (aí que pessoa mais sem educação que eu sou, HA HA HA), nós fazemos parte de uma teia, a teia da vida, e é através da teia, que podemos viver, eu explico, nós precisamos de absolutamente TUDO o que tem no planeta para podermos viver e a vida também depende de nós para continuar existindo, o planeta vive num ciclo constante onde absolutamente nada é desperdiçado, quer dizer, nada deveria ser desperdiçado, mas nós (seres humanos) bichinhos com um cérebro bem grande e inteligência bem pequena, demoramos a aprender que reciclar é preciso. Atualmente jogamos o lixo literalmente em baixo do tapete... juntamos tudo e o caminhão pega e leva embora... pra onde????? Pros aterros né, aí tudo bem né?! A gente não precisa mais lembrar daquele lixo e tudo bem, tudo bem nada, jogamos fora um monte de coisas que a Natureza demora para "digerir" e o que fazemos? Jogamos cada vez mais lixo! Parabéns para nós, que achamos que reciclar é chato e que dá trabalho, afinal, reciclar pra quê? O mundo não vai acabar mesmo no fim do ano? Então tudo bem gente, tá liberado tá, vamos acabar com o planeta antes que o planeta acabe com a gente!!!!!!!!!
Ô pessoinhas, não basta falar bonito, a gente tem que fazer bonito pra deixar um mundo MENOS pior para as nossas crianças! Não basta deixar de usar sacolinhas, é preciso que a recolha do lixo mude, é preciso que a gente separe lixo orgânico de lixo reciclável, é preciso que na hora de comprar produtos a gente preste atenção se a embalagem é reciclável, é preciso para de testar produtos em animais (sim, já temos uma tecnologia que nos permite não testar, mas vou falar disso outra hora! Separe tempo, vai ser uma hora longa!), é preciso procurar andar menos de carro e mais de bicicleta, é preciso mudar a cabeça! Eu sei, é um montão de coisa né? Mas são tantos anos de abuso que agora a gente precisa correr, é uma corrida pela vida gente!
Arne Naess (filósofo e ecologista) disse: " O cuidado flui naturalmente se o "eu" é ampliado e aprofundado no modo que a proteção da Natureza livre seja sentida e concebida como proteção de nós mesmos. ... Assim como não precisamos de nenhuma moralidade para nos fazer respirar...[da mesma forma] se o seu "eu", no sentido amplo dessa palavra, abraça outro ser, você não precisa de advertências para demonstrar cuidado e afeição... você o faz por si mesmo, sem sentir nenhuma pressão moral para fazê-lo. ...Se a realidade é como experimentada pelo eu ecológico, nosso comportamento, de maneira natural e bela, segue normas de estrita ética ambientalista." (trecho retirado do livro - Teia da Vida)
Então, sem pressão tá?!